quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Aula experimental
Hoje, dia 23 de Janeiro de 2008, decorre mais uma aula laboratório. Hoje o conteúdo da aula foi apresentar os trabalhos de doenças hereditárias aos restantes elementos da turma. bem, o meu tema era o síndrome de jacobs mas por uma confusão de conceitos acabei por fazer sobre o síndrome de klinefelter. De uma forma geral correu tudo bem, quer na minha quer na dos outros alunos.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Aula experimental
No dia 16 de janeiro não tive presente na aula. Mas soube pelas minhas colegas que foi terminado o projecto do xiphophorus maculatus.
Aula experimental
Dia 9 de Janeiro de 2008, a primeira aula laboratorial do segundo período. Numa primeira parte, foram enunciadas doenças genéticas hereditárias, das quais teremos de fazer uma base de dados com elas. A que escolhi foi o síndrome de Jacobs, uma doença que desconhecia de todo e ficarei a conhecer melhor.
Houve uma proposta por parte do professor, para realizar uma tarefa ao longo do ano, em que teremos de estudar uma característica do peixe xiphophorus maculatus e como se transmite às gerações seguintes. É uma actividade nova e que despertou uma vontade acrescida. Um projecto bastante interessante.
Uma retrospectiva
Este período correu bem, as notas corresponderam ao meu esforço e empenho, no meu caso. Estou satisfeita com a nota obtida, sabendo que posso melhorar. Espero continuar a postar coisas interessantes. ; )
Aula experimental
No passado dia 12 de Dezembro decorreu a ultima aula de laboratório do período e do ano 2007. Nesta aula não fizemos nada concretamente pratico, apenas houve entrega de material que o professor tinha para avaliação e conhecimento das notas de todos os trabalhos feitos ate então. Foi uma aula diferente mas importante a uma reflexão da nota a merecer.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Aula experimental
No passado dia 5 de Dezembro de 2007 decorrer mais uma aula experimental. Tivemos a resolver em conjunto o quiz da outra aula, a confirmar os resultados. E fizemos mais um, sobre o diibridismo. Neste acertei todas as respostas. É uma matéria muito interessante.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Aula experimental
No passado dia 28 de Novembro de 2007 decorreu mais uma aula de laboratório. Nesta aula estivemos a testar conhecimentos sobre as teorias de Mendel. Tivemos de resolver um quiz onde tinha nove perguntas. Eu e a minha companheira acertamos sete. Um resultado satisfatório. Na segunda parte da aula, dois colegas nossos estiveram a acabar a apresentação dos trabalhos sobre a manipulação da fertilidade.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Causas de infertilidade masculina
A infertilidade masculina é definida como a incapacidade de engravidar a parceira após 1 ano (12 ciclos menstruais) de relações sexuais frequentes, não protegidas, ou seja, sem uso d
e qualquer método contraceptivo.
Enfermidades do hipotálamo e hipófise
Quaisquer enfermidades ou condições clínicas, tanto congénitas quanto adquiridas, que atinjam o hipotálamo e/ou a hipófise, poderão comprometer a secreção normal das suas hormonas, que, consequentemente, afectarão adversamente a função testicular.
Enfermidades primárias dos testículos
Enfermidades primárias dos testículos são responsáveis por cerca de 35% das causas de ausência de espermatozóides no ejaculado ou alteração importante da qualidade do sémen. Vários são os factores responsáveis:
A) Síndrome de Klinefelter, uma anomalia congénita, em que o cromossoma sexual é defeituoso.
B) Criptorquidia, outra anomalia congénita, em que um ou ambos os testículos não migram para a bolsa escrotal, permanecem aprisionadas em algum lugar da cavidade abdominal, durante o desenvolvimento fetal. Os testículos “não-descidos” possuem alterações que dificultam ou impedem a produção adequada das células germinativas, os espermatozóides.
C) Varicocele, uma enfermidade das veias do escroto. Dilatações venosas que dificultam o retorno do sangue, fazendo com que este fique acumulado nas veias escrotais, aumentam a temperatura testicular, o que é prejudicial à formação dos espermatozóides.
D) Orquiepididimites, infecções dos testículos e epidídimos, em consequência de doenças sexualmente transmissíveis, geralmente causadas por bactérias. Estas infecções poderão destruir as células germinativas ou obstruir os epidídimos.
E) Intoxicação ou uso crónico de algumas substâncias podem ser responsáveis pela produção anormal tanto de espermatozóides quanto de testosterona pelos testículos. Exposição a agentes de contaminação ambiental como pesticidas, metais pesados etc., causam efeito semelhante.
F) Radiações ionizantes, das quais os raios X são o representante mais conhecido, podem comprometer ou impedir a produção de espermatozóides.
G) Hipertermia, ou seja, exposição prolongada dos testículos a altas temperaturas, como o que ocorre com os frequentadores de saunas ou apreciadores de banhos quentes de imersão.
H) Traumatismos directos, acidentais ou cirúrgicos sobre os testículos ou epidídimos, poderão comprometer a produção dos espermatozóides, por destruição da massa testicular ou afectar a permeabilidade ou função dos epidídimos.
I) Enfermidades crónicas debilitantes, ou seja, uma série de doenças que afectam o organismo como um todo, podem comprometer a função testicular. Como exemplos, podemos citar a desnutrição, anemia falciforme, cirrose hepática e insuficiência renal.
Alterações do transporte do espermatozóide
Os epidídimos desempenham importante papel no amadurecimento e transporte dos espermatozóides. Os canais deferentes dão prosseguimento a este transporte e conduzem os espermatozóides desde os epidídimos até a uretra, de onde são ejaculados. É óbvio que qualquer alteração nesta cadeia de eventos comprometerá a fertilidade.
A) Anormalidades dos epidídimos
Distúrbio da função epididimária de concentrar, amadurecer e transportar os espermatozóides.
B) Anormalidades dos ductos deferentes
Alterações da sua capacidade de impulsionar os espermatozóides ou sua obstrução, inclusive após vasectomia, impedirão o correcto transporte dos espermatozóides até a uretra. A ejaculação resultante é pobre em ou não contém espermatozóides, apenas os fluidos da próstata e vesículas seminais.
C) Disfunções ejaculatórias
Distúrbios hormonais, diabetes, lesões dos nervos da medula ou pélvicos, cirurgias pélvicas, distúrbios da próstata, são causas conhecidas que poderão não ejacular ou o faça em direcção contrária, para dentro da bexiga, não conseguindo, portanto, depositar o esperma na vagina da parceira.
Factores desconhecidos
Em um número razoável de homens inférteis que apresentam baixa qualidade do sémen, apesar de exaustiva investigação, não se consegue descobrir uma causa que justifique tal condição. Além disso, existem homens que apesar de várias análises seminais normais, não conseguem engravidar uma parceira aparentemente fértil.
Portanto, como vimos, o assunto é extenso e complexo, o que requer estudos multidisciplinares para que se possa actuar com certeza, decisão e segurança para investigar e tratar adequada e satisfatoriamente uma condição que gera muita ansiedade além de ser muito frustrante. Muitas causas de infertilidade masculina podem ser corrigidas; outras, apesar da impossibilidade, poderão ser contornadas com diversos métodos disponíveis de fertilização em laboratório.
Fiquei suspresa por saber que a percentagem de infertilidade masculina e feminina sao bastante semelhantes. Foi um trabalho agradável de fazer.
Aula experimental
Na aula de laboratório de hoje houve a apresentação dos trabalhos sobre a manipulação da fertilidade, onde eram abordados temas como o aborto, o parto, as causas de fertilidade quer masculinas quer femininas, entre outros.
Foi interessante, há sempre temas em que temos pouco à vontade e esta aula deu para esclarecer pormenores necessários.
domingo, 18 de novembro de 2007
Manipulação da fertilidade
O conhecimento da morfologia e da fisiologia dos sistemas reprodutores feminino e masculino e dos processos de regulação hormonal destes sistemas permitiu o desenvolvimen
to de métodos capazes de impedir uma gravidez indesejada ou de superar problemas de infertilidade.
A contracepção é a prevenção da gravidez e baseia-se na utilização de métodos contraceptivos. Os métodos contraceptivos disponíveis actualmente são muito variados; no entanto, todos eles actuam através de um dos seguintes mecanismos: impedem a libertação dos gâmetas a partir das gónadas; impedem o encontro dos gâmetas; impedem a implementação do embrião no endométrio uterino.
A reprodução é a “função que permite aos seres vivos produzirem outros semelhantes, mantendo-se a espécie”. Apesar de ser uma função comum a todos os seres vivos, a reprodução, por vezes, torna-se um acontecimento biologicamente impossível, nomeadamente no ser humano. Esta realidade impôs desde cedo vários desafios à ciência: a identificação das diversas causas de infertilidade e respectivo tratamento e ainda o desenvolvimento de métodos e técnicas que permitissem aos casais inférteis a produção de descendência.
to de métodos capazes de impedir uma gravidez indesejada ou de superar problemas de infertilidade.
A contracepção é a prevenção da gravidez e baseia-se na utilização de métodos contraceptivos. Os métodos contraceptivos disponíveis actualmente são muito variados; no entanto, todos eles actuam através de um dos seguintes mecanismos: impedem a libertação dos gâmetas a partir das gónadas; impedem o encontro dos gâmetas; impedem a implementação do embrião no endométrio uterino.
A reprodução é a “função que permite aos seres vivos produzirem outros semelhantes, mantendo-se a espécie”. Apesar de ser uma função comum a todos os seres vivos, a reprodução, por vezes, torna-se um acontecimento biologicamente impossível, nomeadamente no ser humano. Esta realidade impôs desde cedo vários desafios à ciência: a identificação das diversas causas de infertilidade e respectivo tratamento e ainda o desenvolvimento de métodos e técnicas que permitissem aos casais inférteis a produção de descendência.
Fonte: Preparar os testes de Biologia 12º ano
Um tema da ordem do dia mas nem por isso menos interessante. É sempre bom rever todos os métodos contraceptivos e relembrar sempre algo novo. Reprodução assistida algo em desenvolvimento que cada vez mais é procurado em Portugal.
palavras-chave
Manipulação da fertilidade
-contracepção: acto de evitar uma gravidez indesejada.
-métodos contraceptivos: conjunto de técnicas que têm por objectivo evitar a
gravidez.
-reprodução assistida: conjunto de técnicas que visam obter uma gestação substituindo ou facilitando uma etapa deficiente no processo reprodutivo.
gravidez.
-reprodução assistida: conjunto de técnicas que visam obter uma gestação substituindo ou facilitando uma etapa deficiente no processo reprodutivo.
As últimas aulas experimentais
2º Aula experimental e 3º Aula experimental
Foi levado a cabo em duas aulas, uma no dia 26 de Setembro e outra dia 3 de Novembro. Esta actividade consistiu na observação de preparações definitivas do sistema reprodutor feminino e masculino. Tínhamos de focar a imagem, desenhar o que observávamos e depois tínhamos de fazer a legenda da observada. Para esta tarefa tínhamos o apoio suplementar de um computador portátil que continha um programa para a tarefa proposta. Criação do relatório da mesma actividade.
4º Aula experimental
No dia 17 de Outubro, tivemos mais uma aula experimental mas esta não foi tão vulgar como as outras pois não foi necessário utilizar o microscópio nem outro tipo de material, foi pois a apresentação de cada elemento do turno, do trabalho dos métodos contraceptivos. Foi interessante pois ficamos a conhecer novos métodos e de que forma ou não eles nos são benéficos.
5º Aula experimental
No dia 24 de Outubro a aula experimental foi diferente. Foi possível manusear os métodos contraceptivos existentes na escola. Em seguida foi preenchida uma folha tabela onde tínhamos que dar resposta a eficácia, efeitos secundários, contra-indicações. Foi bastante enriquecedora.
6º Aula experimental
No dia 31 de Outubro foi mais uma aula em que utilizamos o computador portátil. Foi-nos disponibilizado pelo professor um CD. Era como um inter-rally, mas não se saia do local. O professora deu as pistas a seguir e nós tínhamos de responder as perguntas feitas pelo mesmo. Foi bastante importante, deu para consolidar conhecimentos.
7º Aula experimental e 8º Aula experimental
Nos dias 7 de Novembro e 14 de Novembro, voltamos ao uso do microscópio óptico e as preparações definitivas. Desta vez, as observadas foram as diferentes fases da embriologia do ouriço do mar. Deu para observar o ovo, os vários estádios de divisão mitótica, mórula, larva, entre outros. Depois de desenhado o observado prosseguimos a realização do respectivo relatório.
sábado, 17 de novembro de 2007
Método contraceptivo
Implante hormonal
1. Descrição
O implante hormonal é um método a base de hormonas
artificiais, que não permite que a mulher consiga fecundar, desta forma não há gravidez. Este é introduzido por um ginecologista sob a pele do braço da mulher, e vai libertando doses de hormonas diárias no organismo. O implante pode ser sentido, mas habitualmente não se vê. Não são necessários pontos e mal é retirado o implante, o nível de fertilidade volta ao normal.
artificiais, que não permite que a mulher consiga fecundar, desta forma não há gravidez. Este é introduzido por um ginecologista sob a pele do braço da mulher, e vai libertando doses de hormonas diárias no organismo. O implante pode ser sentido, mas habitualmente não se vê. Não são necessários pontos e mal é retirado o implante, o nível de fertilidade volta ao normal.
2.Vantagens
A mulher não precisa de se preocupar com a utilização de métodos no dia-a-dia.
Quando suspenso o uso desse método, os ovários voltam à função normalmente.
É uma boa alternativa para as adolescentes, que se costumam esquecer de tomar a pílula com regularidade.
É muito eficaz, seguro, reversível e cómodo.
De longa duração, não exige o compromisso diário da mulher.
Pode ser usada em qualquer idade.
Rápido retorno da fertilidade, após a remoção do implante.
A utilização é prática e o efeito de longa duração.
Melhora as dores menstruais.
Ajuda a proteger contra o cancro do útero.
3.Desvantagens
Não deve ser utilizado por mulheres que estão a amamentar, pois reduz a quantidade de leite materno.
Não é indicado para mulheres com mais de 35 anos.
Não e indicado para mulheres fumadoras.
Não previne contra as doenças sexualmente transmissíveis.
Elimina a menstruação durante o uso e até um ano após a aplicação, o que pode provocar um pequeno aumento de peso, retenção de líquidos e variação no colesterol.
Por ser injectável é mais difícil controlar os seus efeitos colaterais.
O seu uso não pode ser interrompido instantaneamente, é necessário procurar um médico para retirar o implante.
Em regra, verificam-se irregularidades do ciclo menstrual.
Em algumas mulheres verifica-se, ao longo do tempo, um ligeiro aumento de peso.
Necessita de um profissional treinado para a inserção e remoção.
É relativamente dispendioso.
Não protege contra as doenças sexualmente transmissíveis (DST).
4.Eficácia
Tem uma eficácia de 99,5%. Que é bastante bom.
A pesquisa deste método não foi das melhores, pois não há muita informação deste método. Não conhecia este método. Foi bom. Aprendi uma novo processo de protecção à gravidez.
palavras-chave
fecundação, nidação, desenvolvimento embrionário, parto e aleitamento
-fecundação: fusão do gâmeta feminino (oócito II) com o gâmeta masculino (espermatozóide) formando.se o ovo ou zigoto.
-reacção acrossómica: série de eventos em que o acrossoma degrada a parede do oócito II, permitindo a fecundação.
-nidação: fixação do blastocisto à parede interna do útero (endométrio).
-embrião: ser em desenvolvimento durante a gravidez até ao 2º mês, passando a designar.se por feto a partir do 2º mês e até ao parto.
-anexos embrionários: permitem a fixação e nutrição do ser em desenvolvimento.
-oxitocina: uma das principais hormonas que provoca o trabalho de parto, secretada pela hipófise.
-prostaglandina: activa o músculo uterino. Na sua ausência, o colo do útero não se dilata de maneira adequada, impedindo a progressão normal do trabalho de parto.
-relaxina: amolece o tecido conjuntivo entre os ossos da cintura pélvica, permitindo ao bebé atravessá.la mais facilmente na altura do parto.
-prolactina: hormona produzida pela hipófise que estimula a produção e libertação de leite materno.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
fecundação, nidação, desenvolvimento embrionário, parto e aleitamento
Se a mulher estiver fora do período fértil os espermatozóides, geralmente, não têm qualquer possibilidade de entrar no útero, visto existir um muco cervical muito rico em fibras que impossibilita a entrada de espermatozóides. Mas se ela se encontrar no período fértil o colo do útero para além de se encontrar mais aberto vai conter um muco cervical mais fluido e com a rede de fibras mais aberta permitindo que os espermatozóides entrem, estes dirigem-se para as trompas ao encontro do oócito II após ter conseguido atravessar a zona pelúcida, mal isto acontece as células foliculares glandulares que envolvem o oócito II retraem-se e o oócito II inicia a divisão II da meiose. Ao mesmo tempo liberta-se o conteúdo dos grânulos corticais formando a membrana de fecundação que não vai permitir a entrada de mais espermatozóides.
Após estar completa a divisão II da meiose e formado o óvulo os núcleos dos dois gâmetas fundem-se (cariogamia) e forma-se o ovo.
Seguidamente ocorre a fase embrionária que se inicia ainda na trompa com a divisão celular dando origem à formação do embrião, ao mesmo tempo que se dirige para o útero. Para que este mantenha o endométrio em estado de desenvolvimento conveniente para o embrião, tem que continuar a receber hormonas ováricas, mas como a LH vai acabar por deixar de ser produzida devido ao retrocontrolo negativo, o próprio embrião produz a hormona gonadotrópica (HCG) que vai impedir a regressão do corpo amarelo e manter a produção de progesterona e estrogénios.
A manutenção da produção destas hormonas continua a inibir o hipotálamo de produzir GnRH e por consequência manter interrompido os ciclo ovárico e ciclo uterino. Chegado ao útero, a zona pelúcida que envolve o embrião é destruída e este começa a crescer em virtude do fornecimento de nutrientes pelas glândulas do endométrio. O embrião vai começar a afundar no endométrio por acção de enzimas que liberta sendo ao mesmo tempo envolvido por outras células deste — nidação.
Por volta da quinta semana a placenta passa a produzir ela própria os estrogénios e a progesterona para manter o endométrio, deixando de ser produzida a HCG o que leva
à regressão do corpo amarelo. Ocorre igualmente a produção de uma hormona pela placenta que leva à preparação das glândulas mamárias para o aleitamento. Esta fase termina quando estiverem esboçados os diferentes órgãos do novo indivíduo.
Segue-se a fase fetal em que o que vai ocorrer essencialmente é o crescimento e maturação dos órgãos o que termina aproximadamente ao fim de 40 semanas, seguindo-se o nascimento.
à regressão do corpo amarelo. Ocorre igualmente a produção de uma hormona pela placenta que leva à preparação das glândulas mamárias para o aleitamento. Esta fase termina quando estiverem esboçados os diferentes órgãos do novo indivíduo.
Segue-se a fase fetal em que o que vai ocorrer essencialmente é o crescimento e maturação dos órgãos o que termina aproximadamente ao fim de 40 semanas, seguindo-se o nascimento.
Claro que esta parte da materia não me era desconhecida de todo mas deu para perceber a complexidade da geração de uma nova vida e o papel importantissimo das hormonas.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Sistema reprodutor feminino (síntese)
-constituição e respectivas funções
*vias genitais: -trompas de falópio: condução dos óvulos ao útero; local de fecundação
-útero: alojamento e desenvolvimento do novo ser até ao seu nascimento
-vagina: recepção dos espermatozóides durante a cópula
*órgãos genitais externos: -vulva: orifício genital: saída de fluxo menstrual e da criança, aquando do parto. orifício urinário: expulsão da urina. clitóris: sensibilidade sexual. lábios: protecção do conjunto
-oogénese
A oogénese está ligada, como qualquer outro fenómeno metabólico, ao accionamento de hormonas, mediante o comando da hipófise. É uma sequência de eventos pelos quais as oogónias se transformam no final em óvulos, caso haja estimulação por parte do esperma. A oogénese divide-se em três fazes: Multiplicação, Crescimento e Maturação. Tem início ainda durante o desenvolvimento embrionário, sofrendo uma pausa desde o nascimento até à puberdade, altura a partir da qual é retomada ciclicamente ao longo da vida da mulher até à menopausa. Durante a vida intra-uterina as oogónias multiplicam-se (por Mitose) até atingirem um determinado número. Ainda durante a vida intra-uterina todas as oogónias que não tenham degenerado aumentam de volume devido à acumulação de substancias de reserva, levando a que se formem células de grandes dimensões — oócitos I. Os oócitos I ainda iniciam a divisão I da meiose mas param no final da profase I, permanecendo assim desde o nascimento até a puberdade. Neste intervalo de tempo dos cerca de 2 milhões de oócitos I presentes nos ovários da recém-nascida a maioria degenera ficando os ovários com aproximadamente 40.000 oócitos I por volta da puberdade. Ainda assim, destes só cerca de 400 vão originar com sucesso os oócitos II. A partir da puberdade e de uma forma cíclica (+/- de 28 em 28 dias), alguns oócitos I em profase I, após concluírem o crescimento, vão continuar a divisão I da meiose, mas por norma só uma célula por ciclo é que vai continuar o restante processo com sucesso, degenerando todas as outras células que o tinham iniciado com ela. Para além disso a citocinese que ocorre no fim da divisão I da meiose vai ser desigual, pois origina uma célula de grandes dimensões com praticamente todo o citoplasma do oócito I — o oócito II e uma célula de pequenas dimensões contendo praticamente no seu interior só o núcleo — o 1º Glóbulo Polar. O oócito II inicia a divisão II da meiose mas pára na metafase II (ocorre então a ovulação). Se o oócito II em metafase II for fecundado por um espermatozóide, completa-se a divisão II, no final da qual volta a ocorrer uma citocinese desigual pois vai ser originada uma célula grande — óvulo (gâmeta) e uma muito menor — 2º Glóbulo Polar. Ambos os corpúsculos polares degeneram.
Esta foi uma matéria bastante interessante, nunca pensei que o controle hormonal fosse tão complexo. Posso mesmo dizer que fiquei a conhecer-me melhor.
palavras chave
Sistema reprodutor feminino
-oogénese: inicia-se durante o desenvolvimento embrionário, e, maia tarde, por meiose, produz oócitos II maduros, desde a puberdade até à menopausa.
-ovários: gónadas femininas que produzem as células reprodutoras femininas, juntamente com hormonas.
-folículo primordial: forma-se durante o desenvolvimento embrionário, contendo um oócito primário.
-folículo de graaf: composto pelo oócito II rodeado por diversas camadas celulares, com destaque para as células foliculares.
-ovulação: libertação de um oócito II, de um dos ovários, 14 dias após o início do desenvolvimento do folículo.
-corpo lúteo (amarelo): resulta da evolução do folículo após expulsar o oócito II.
-ciclo ovárico: reinicia-se, em média, todos os 28dias, com o desenvolvimento de uma célula reprodutora feminina.
-ciclo uterino: modificações cíclicas no revestimento interno uterino, em resposta a sinais hormonais de ovário.
-estrogénio: conjunto de hormonas produzidas pelo desenvolvimento dos folículos.
-progesterona: hormona sintetizada pelo corpo lúteo e que afecta o revestimento uterino.
-oogénese: inicia-se durante o desenvolvimento embrionário, e, maia tarde, por meiose, produz oócitos II maduros, desde a puberdade até à menopausa.
-ovários: gónadas femininas que produzem as células reprodutoras femininas, juntamente com hormonas.
-folículo primordial: forma-se durante o desenvolvimento embrionário, contendo um oócito primário.
-folículo de graaf: composto pelo oócito II rodeado por diversas camadas celulares, com destaque para as células foliculares.
-ovulação: libertação de um oócito II, de um dos ovários, 14 dias após o início do desenvolvimento do folículo.
-corpo lúteo (amarelo): resulta da evolução do folículo após expulsar o oócito II.
-ciclo ovárico: reinicia-se, em média, todos os 28dias, com o desenvolvimento de uma célula reprodutora feminina.
-ciclo uterino: modificações cíclicas no revestimento interno uterino, em resposta a sinais hormonais de ovário.
-estrogénio: conjunto de hormonas produzidas pelo desenvolvimento dos folículos.
-progesterona: hormona sintetizada pelo corpo lúteo e que afecta o revestimento uterino.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
segunda aula experimental
Na nossa segunda aula experimental estivemos a observar cortes histológicos de estruturas do sistema reprodutor masculino e feminino, e cortes de estruturas associadas à reprodução humana.
Utilizamos o microscópio óptico composto (M.O.C.) e as preparações definitivas.
Depois de colocarmos a preparação no microscópio e de fazermos todos os ajustes necessários, desenhávamos aquilo que estávamos a observar. Tinhas o auxílio de um programa, o atlas, para melhor fazer uma legenda da imagem observada.
Tive o privilégio de observar pénis de feto, esperma de cavalo e humano, a hipófise, o canal deferente, o útero e os ovários, entre outros.
Foi uma experiência bastante agradável de fazer!
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Será que o que os rapazes comem interfere no sabor do esperma?
Ontem a noite, por volta das 23.30h, passou um documentário na RTP2 que me deixou a pensar.
Eram três casais voluntários, onde os homens tinha que fazer um dieta rica num determinado grupo de alimentos durante três dias. Uma das dietas era rica em peixe, marisco e crustáceos; outra em carnes picantes; e por fim, o ultimo em fruta e legumes. Ao fim dos três dias, foi dada às respectivas companheiras o esperma a provar. Duas das três acertaram na dieta que os companheiros fizeram, o que comprova que aquilo que "comemos" altera o sabor do esperma.
domingo, 30 de setembro de 2007
Sistema Reprodutor masculino (síntese)
-Constituição e respectivas funções
# Gónadas: *testículos: produção de espermatozóides e de hormonas
#Vias Genitais: *epidídimos: armazenamento e maturação dos espermatozóides
*canais deferentes: condução dos espermatozóides e recepção do líquido seminal
*uretra: condução da urina e do esperma para o exterior
#glândulas anexas: *próstata: secreçóes facilitadoras do movimento dos espermatozóides
*vesículas seminais: secreções energéticas para nutrição dos espermatozóides
#órgãos genitais externos: *pénis: órgão sexual: expulsão da urina e do esperma
-espermatogénese
Como o nome indica é a formação de espermatozóides. Este processo implica quatro fases, multiplicação, crescimento, maturação e espermiogénese ou diferenciação.
Na multiplicação, as espermatogónias, localizadas na periferia dos túbulos seminíferos, multiplicam-se por mitoses sucessivas aumentando de número e garantindo a sua contínua substituição.
No crescimento, algumas espermatogónias vão aumentando ligeiramente de volume, devido à síntese e acumulação de substâncias de reserva, dando origem aos espermatócito I.
Na maturação, ocorre a meiose em que logo após a divisão I o espermatócito I vai originar duas células haplóides — espermatócitos II; e estes após terem sofrido a divisão II originam os Espermatídios.
Na diferenciação, os espermatídios vão sofrer transformações que levam à formação dos espermatozóides (gâmetas), destacando-se: a perda de grande parte do citoplasma, reorganização dos organelos citoplasmáticos, crescimento de um flagelo e formação do acrossoma.
Foi uma matéria bastante interessante, deu para perceber melhor como o homem funciona.
Palavras chave
Sistema reprodutor masculino:
- gametogénese: processo de formação de gâmetas que inclui a espermatogénese e oogénese.
-espermatogénese: processo de diferenciação das espermatogónias em espermatozóides, que ocorre nos testículos e implica divisões meióticas e mitótica.
-testículos: gónadas masculinas que produzem os espermatozóides e a hormona sexual masculina (testosterona). Nos humanos localizam-se externamente, no escroto.
-túbulos seminíferos: pequenos tubos enrolados, localizados nos testículos, onde ocorre a produção de espermatozóides.
-espermatogónia: célula diplóide presente nos túbulos seminíferos, a partir do qual se formam os espermatozóides.
-espermatócito: célula localizada nos túbulos seminíferos que, por divisão meiótica, forma os espermatídeos.
-espermatídeo: espermatozóide ainda imaturo, que resulta da meiose de um espermatócito I.
-espermatozóide: célula reprodutora haplóide masculina, que apresenta mobilidade para fecundar a célula feminina.
-células de Sertoli: células de suporte no interior dos túbulos seminíferos, criando as condições essenciais à produção de espermatozóides.
-células de Leydig: responsáveis pela produção de testosterona nos espaços intersticiais.
-retroalimentação: mecanismo hormonal que permite o controlo da concentração de diversas hormonas dentro de intervalos fixos e estáveis.
-testosterona: hormona sexual masculina produzida nos testículos.
-hormona hipotalâmica: é produzida no hipotálamo e condiciona a produção de outras hormonas da hipófise.
-hormonas hipofisiárias: produzidas pela hipófise, actuando nos sistemas reprodutores masculino e feminino.
Primeira aula experimental
O objectivo principal não era observar nada em concreto mas sim aprender uma melhor manipulação com o microscópio óptico composto (MOC).
Consistiu em tirar um pequena porção da epiderme da Tradescantia e colocar sobre uma lâmina, e consequentemente, uma lamela. Seguimos todo o protocolo experimental.Observamos constituintes de uma célula vegetal e alguns alunos tiveram sorte e poderam observar chilema e floema.
Foi bastante interessante e relembramos o funcionamento do MOC.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Bem-vindos
Olá a todos os visitantes! =D
Este blogue é para ajudar todos aqueles que gosto realmente da biologia. E que ajude no estudo de biologia de 12º ano.
Espero ter tempo para postar notícias, resumos da matéria e todas as experiências que fazemos nas aulas.
Uma boa leitura e biologia forever! =)
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